
Em primeiro lugar, deve saber que as casas de apostas desportivas online evidenciadas não são acreditadas em Portugal. A lei portuguesa não proíbe que os jogadores portugueses apostem em sites não licenciados pelo SRIJ. Porém, ela recomenda ainda assim que as pessoas joguem nas plataformas licenciadas. Isto porquê? Porque em caso de litígio com uma casa de apostas que não respeite uma das condições das suas condições gerais de utilização ou que não envie os ganhos do jogador, as autoridades portuguesas não o poderão ajudar.
Por isso é indispensável apostar num site de confiança. Pode estar seguro, as casas de apostas que recomendamos são 100% fiáveis e transparentes. Além disso, são muitas as razões para jogar numa casa de apostas estrangeira.
Uma vez que estamos a jogar em operadores não licenciados, é o local de residência e de conexão que importam, não a nacionalidade do jogador. Como português residente no estrangeiro, tem a possibilidade de apostar em qualquer site global albergado por uma casa de apostas, nomeadamente caso resida num país aceite pelo operador. O contrário é igualmente possível: existem sites de jogos online que possuem acordos que impossibilitem o acesso a jogadores portugueses que vivam no estrangeiro.
Apostar e fazer pagamentos numa plataforma não oficial é muito fácil. Como apostar no estrangeiro? Basta registar-se no site de apostas da sua escolha, que é algo que podemos fazer com uma VPN, um programa que lhe irá permitir conectar-se e navegar no site de apostas de uma forma completamente anónima. Dito isto, e é uma boa notícia, várias das casas que recomendamos já aceitam portugueses diretamente, sem VPN alguma.
Vamos por partes, porque este senhor de três letras é o centro de toda a conversa. O SRIJ, Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos, é o regulador português dos jogos online. Nasceu para pôr ordem na casa, e nisso até tem o seu mérito. O problema, para si e para mim, é o preço dessa ordem: cotas cortadas, um leque de mercados que encolheu a olhos vistos, limites de aposta apertados e, a cereja no topo do bolo, um imposto que morde uma fatia gorda de cada ganho. Traduzindo? O que sobra para o seu bolso é bem menos do que devia.
Uma casa de apostas fora do SRIJ é, muito simplesmente, um operador que não pediu (nem quis) essa licença portuguesa. Fica sediado no estrangeiro, joga com margens mais baixas e devolve-lhe essa diferença em forma de cotas mais generosas. É a mesma aposta, no mesmo jogo, a render-lhe mais. Só isso.
Reparou que se fala de duas coisas diferentes? Não é ao acaso, e convém perceber a distinção antes de escolher.
De um lado tem as casas de apostas (22bet, 20bet, 1xbet e companhia): inscreve-se diretamente, deposita e joga. Simples, rápido, perfeito para quem está a começar. Do outro lado estão os brokers (AsianConnect, BetInAsia, MadMarket): funcionam como intermediários que, a partir de uma única conta, lhe abrem a porta às grandes casas asiáticas como a Pinnacle ou a Sbobet, com as cotas mais altas que existem. São a arma do apostador experiente, o que quer espremer cada cota até ao último cêntimo. Não sabe por onde ir? Comece por uma casa direta; quando ganhar traquejo, experimente um broker. Sem pressa.
A pergunta certa, finalmente. E a resposta honesta é: depende de si. Ninguém lhe vai encher os bolsos por magia. Mas deixe-me dar-lhe um número que ilustra bem a coisa. Uma cota que numa casa portuguesa está a 1.85 costuma andar pelos 2.00 num operador estrangeiro. Numa aposta de 100€, são 15€ de diferença. Numa só aposta! Faça isto todas as semanas, com juízo, e perceberá porque é que os conhecedores do assunto fugiram dos books regulados como do diabo.
Atenção, e digo-o de coração: nada disto funciona sem gestão. Cerca de 75% das pessoas gastam o saldo por má gestão, não por azar. Antes de sonhar com os ganhos, aprenda a proteger o seu capital. As cotas altas fazem o resto.
Não espere mais, liberte-se! Regressar à página inicial para o libertar