
O futebol, ténis, rugby, basquetebol e a Fórmula 1 são os desportos que geram a maior quantidade de apostas no mundo. No entanto, será que é aconselhável apostar em partidas destes desportos para obter bons resultados? Sim, pelo menos nos sites de apostas desportivas internacionais onde pode encontrar cotas bem mais atrativas do que em qualquer outra parte!
É evidente que ter bons conhecimentos sobre o desporto em questão e ser um apaixonado pelo desporto serão um ativo valioso. Para além disso, se ainda não o faz, tente seguir o desporto à maneira de um analista. Interesse-se pelos resultados de cada equipa ou clube, consulte o seu histórico, avalie se está em boa forma e as tendências que estão a surgir. É completamente inconcebível apostar num desporto, equipa ou atleta sobre o qual nada sabe.
É muito importante compreender que as apostas desportivas não são tão aleatórias como parecem. Muitos pensam que estas são uma questão de sorte, mas os apostadores profissionais conseguem gerar receitas consideráveis pelo simples facto de serem racionais e verem as apostas desportivas como uma ciência e não um passatempo. Estes utilizam ferramentas à disposição de todos: revistas e sites de informação desportiva, comparadores de cotas e ferramentas estatísticas.
Do ponto de vista técnico, nenhum desporto é mais remunerador que o outro. Contudo é útil admitir que prever o resultado de um encontro de futebol americano, de biatlo ou de ciclismo não é tarefa fácil. Como prever os resultados de tais acontecimentos é algo muito complexo, as casas de apostas atribuem cotas que não poderiam ser mais atrativas! No entanto, você é que sabe se deve ou não jogar!
Eis o eterno dilema. E não há uma resposta única, mas há um raciocínio. Nos grandes desportos (futebol das cinco grandes ligas, ténis do circuito principal, NBA), a informação circula a toda a velocidade e as casas de apostas afinam as cotas ao pormenor. A margem para o apostador é pequena, ainda que os mercados sejam enormes e a liquidez seja imensa.
Nos desportos de nicho é outra história. Ténis de mesa, hóquei no gelo de ligas secundárias, futebol de divisões inferiores, e-sports... Aqui, os operadores dedicam menos recursos a estudar cada encontro. Resultado? Aparecem, de tempos a tempos, cotas mal calibradas que um apostador atento sabe explorar. O senão, sejamos honestos, é que a informação fiável é mais difícil de encontrar e é preciso trabalhar mais. Não há almoços grátis.
O meu conselho, se quer a minha opinião franca? Escolha um ou dois nichos que lhe interessem genuinamente e torne-se um especialista. Vale mais dominar a segunda divisão portuguesa a fundo do que saber um bocadinho de vinte campeonatos.
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